Sunday, December 09, 2007

Cá estou eu, de volta... Desta vez, para receber um prémio, que há muito procurava! O prémio não é meu, mas de todos os que me apoiam. Aqui estou eu, na cerimónia da entrega do prémio para o Melhor aluno 2006/2007, da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, do Instituto Politécnico de Tomar, com média de 16,8 valores. Agora é repetir...

Wednesday, October 03, 2007

Até por aqui andam cruzes perdidas... Oh Tuna!!!!
Passear por Belo Horizonte dentro de uma carrinha é uma animação... Olha para mim todo contente... :)

Eu e a minha Verinha no miradouro de Belo Horironte...

Estas são algumas das fotos tiradas durante o City Tour a Belo Horizonte no dia 3 de Setembro de 2007...
Eu vou publicando fotos...
Beijos e abraços,
Fidalgo

Thursday, September 27, 2007


Nasceram quatro estrelas: Fashion Team (primeira sessão fotográfica)Na segunda sessão fotográfica o Fashion Team exalou sensualidade lusitana...

Na terceira sessão fotográfica os quatro magnificos do Fashion Team mostraram como se pode ser simpático e elegante... É tão fácil!
Eu vou mostrar como tudo se passou...
É só esperarem...

Friday, September 21, 2007

No Espetinhos Mimim... Uma noite maravilhosa
Mais um jantar no Farroupilha... Siga...
Depois do Desfile de Moda da UFMG! Há que manter a pose

No Café Com Letras... Formas de cultura :)
Eu vou postando fotos...
O cavaleiro luso,
Fidalgo

Tuesday, September 11, 2007




Algumas das primeiras imagens de Belo Horizonte... Eu irei publicar mais... Muito mais... Vão esperando....
O vosso cavaleiro,
Fidalgo

Friday, August 10, 2007

As notícias não param... Os jornais nacionais (edição online) abrem hoje com as seguintes notícias:
AGENTES DA PJ QUEREM PROCESSAR JORNALISTAS INGLESES

A ASFIC (Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária) pretende avançar com processos judiciais contra os jornalistas ingleses que acusaram alguns agentes portugueses de terem forjado provas em casos anteriores.

In: Público

INGLESES E PJ SEGUEM AS MESMAS PISTAS

O envio de dois cães especialmente treinados para detectarem vestígios de sangue e o odor de cadáveres foi sugerido pelas autoridades ingleses que têm acompanhado a investigação. A Polícia Judiciária formalizou o pedido às autoridades britânicas ainda em Julho e no início da semana passada os animais chegaram a Portugal.

In: Correio da Manhã

UM POETA DE A A Z

Conhecido por Miguel Torga, o poeta foi baptizado Adolfo Rocha. Só em 1934 adopta o nome literário de Miguel Torga. Miguel, de Unamuno, de Ângelo e de Cervantes. Torga, do arbusto retorcido e forte que existe nas serras de Trás-os-Montes. Ainda publicará a primeira poesia sob o nome verdadeiro mas quase renunciará a ele, a não ser como médico

In: Diário de Notícias

FAMÍLIA MORRE NA ESTRADA

Quatro portugueses, incluindo uma bebé de 18 meses e uma menina de nove, perderam a vida, ontem, num acidente de viação, ocorrido às 7.15 horas da manhã. Foi ao quilómetro 194 da auto-estrada espanhola A66, a 45 quilómetros a sul de Léon, junto à saída para a localidade de Villaquejida.

In: Jornal de Notícias

Wednesday, August 08, 2007

O Fidalgo regressa finalmente... Depois de um longo período de silêncio, o Fidalgo regressa pronto a falar de coisas novas... Mas por agora vejamos o que se passa por Portugal... As notícias que abrem as edições online dos Jornais Portugueses hoje são as seguintes:

MENINA VISTA NA BÉLGICA NÃO ERA CRIANÇA INGLESA DESAPARECIDA EM LAGOS

A menina vista em finais de Julho numa esplanada em Tongres, na Bélgica, não é a criança inglesa Madeleine McCann, que desapareceu em Maio da Praia da Luz, em Lagos, referem hoje dois jornais belgas.

In: Público

INTERROGADOS A QUALQUER HORA

Os resultados preliminares aos vestígios recolhidos nos últimos dias no apartamento e jipe dos McCann podem chegar de Lisboa a qualquer momento – e a equipa da Direcção Central de Combate ao Banditismo da Judiciária só espera isso para avançar com os interrogatórios a Kate, Gerry e a amigos dos pais de Maddie.

In: Correio da Manhã

COIMBRA EVOCA MIGUEL TORGA

"De todos os cilícios, um, apenas/Me foi grato sofrerCinquenta anos de desassossego/A ver correr,/Serenas/As águas do Mondego". Era da janela do seu consultório, na Baixa de Coimbra, que o escritor Miguel Torga (pseudónimo do médico Adolfo Rocha) via o rio correr, sereno. E é ali, no Largo da Portagem, encostado à margem direita do Mondego e defronte do antigo gabinete do otorrinolaringologista, que foi feito o monumento que o homenageia.

In: Diário de Notícias

CERTIDÃO DE ENERGIA COM TAXAS FIXADAS

Foram ontem fixados por portaria os valores das taxas a pagar pela certificação energética dos edifícios. Esta licença destina-se a reconhecer a conformidade das instalações para serviços e habitação com as práticas de poupança energética e qualidade do ar interior. O serviço a pagar à Agência para a Energia (ADENE) cifra-se em 45 euros por fracção, no caso das habitações, e em 250 euros no caso dos serviços. Os decretos-leis que enquadram o desempenho energético dos edifícios, já publicados em 2006, decorrem da transposição das normas europeias sobre a matéria.

In: Jornal de Notícias

Friday, July 20, 2007

Para os indecisos, que queiram seguir Comunicação Social, mas não sabem onde ingressar, aqui fica o Plano de Estudos do curso de Comunicação Social da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes [Instituto Politécnico de Tomar]. O curso tem variantes de Jornalismo e de Comunicação Empresarial e oferece uma forte componente práctica, aliada a conhecimentos teoricos previamente adquiridos em sala de aula.
Dê uma vista de olhos,
O Fidalgo
1º Ano
1º Semestre – Tronco Comum
Informática Aplicada às Ciências Sociais
Introdução ao Estudo do Direito
Língua e Cultura Inglesas
Língua Estrangeira I (Francês ou Alemão)
Sintaxe e Semântica do Português
Teorias da Comunicação I
2º Semestre – Tronco Comum
Cultura Portuguesa Contemporânea
Direito da Comunicação Social
Inglês e os Media
Língua Estrangeira II (Francês ou Alemão)
Métodos Quantitativos
Teorias da Comunicação II
2º Ano
3º Semestre – Tronco Comum
Atelier de Comunicação I (variante de Jornalismo e de Comunicação Empresarial)
Géneros Jornalísticos
Inglês Aplicado (variante de Jornalismo e de Comunicação Empresarial)
Tecnologias do Audiovisual
Opção I
Opção II
Disciplinas Optativas Gerais
Paginação
Francês Iniciação
História Contemporânea
Colocação de Voz e Expressão Corporal
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Jornalismo
Teoria da Notícia
Fotojornalismo
Jornalismo de Guerra
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Comunicação Empresarial
Introdução ao Marketing
Introdução à Publicidade
Linguagens Publicitárias
4º Semestre – Tronco Comum
Atelier de Comunicação II (variante de Jornalismo e de Comunicação Empresarial)
Comunicação Online
Discurso dos Media
Sociologia da Comunicação
Opção III
Opção IV
Disciplinas Optativas Gerais
Semiótica
Alemão Intermédio
Elementos de Gestão
Fundamentos da Economia
História das Ideias Políticas
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Jornalismo
Jornalismo Económico
Discurso e Formatos Radiofónicos
Realização e Produção Radiofónica
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Comunicação Empresarial
Relações Públicas
Estudos de Mercado
Estratégias de Marketing
3º Ano
5º Semestre – Tronco Comum
Análise de Audiências
Atelier de Comunicação III (variante de Jornalismo e de Comunicação Empresarial)
Metodologias de Investigação em Ciências da Comunicação
Opção V
Opção VI
Disciplinas Optativas Gerais
Inglês Avançado
Escrita Criativa
Arte, Imagem e Comunicação
Relações Internacionais
Grandes Temas da Actualidade
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Jornalismo
Jornalismo Cultural
Jornalismo de Agência
Jornalismo de Investigação
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Comunicação Empresarial
Planos de Comunicação
Assessoria de Imprensa
Opinião e Imagem Públicas
6º Semestre – Tronco Comum
Técnicas de Expressão Escrita e Oral
Empreendedorismo e Inovação
Estágio
Opção VII
Opção VIII
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Jornalismo
Jornalismo Político
Discursos e Formatos Televisivos
Realização e Produção Televisiva
Disciplinas Optativas na Área de Especialização de Comunicação Empresarial
Gestão de Eventos
Comunicação de Crise
Públicos e Público-Alvo

P.S.: É através da escolha das optativas que o aluno define o seu perfil de competências profissionais: Jornalismo ou Comunicação Empresarial. As cadeiras de tronco comum serão feitas por todos os alunos, independentemente do perfil escolhido

Monday, May 21, 2007

Ao rídiculo que este país chegou... As Repúblicas estão a fazer-nos mal... Duas campeãs: Telma Monteiro e Vanessa Fernandes, tratadas com tanto desprezo pela Imprensa que parece que ganharam algum campeonato regional juvenil (sem desmérito para quem ganha esse tipo de campeonato)!
Senhores essas duas Musas do Desporto merecem URGENTEMENTE o reconhecimento da República. Enquanto procuramos a Maddie com desespero, nao olhamos para a degradação que instalou dentro de portas. O estado das coisas não pode piorar mais... A República, que se queria revolucionária, passou a ser ordinária...
As mulheres são as maiores vítimas... Filipe Faria (um autor de calibre duvidoso!) merece mais reconhecimento do que Sandra Carvalho? Nuno Gomes merece mais aplausos do que Naide Gomes? José Saramago é mais glorioso do que Lídia Jorge? Nao me parece... Nao me parece mesmo. Então porque nos acomodámos?
Por isso mesmo.... Porque é cómodo! Porque mudar implica esforço; esforço implica trabalho; trabalho implica sacrificio; sacrificio implica perda; perda implica dor... Os protugueses querem mudar as coisas, sem mudar as "suas" coisas! Mas, meus amigos, isso é complicado! Todas as mudanças implicam perdas. Ninguém pode querer só ganhar, sem perder! Está na altura de deixarmos de lado os egoísmos!
É que enquanto resolvemos os nossos conflitos individuais, o mundo avança. As Monarquias dão passos em frente e as Repúblicas passos para trás. Olhem para os berços do Republicanismo Moderno (França e Estados Unidos da América) e pensem se é isso que querem para os vossos filhos, netos, bisnetos e seguintes... Há uma solução basta procurá-la!
O cavaleiro descontente,
Fidalgo

Monday, May 07, 2007

A Real Associação da Madeira tem um manifesto muito interessante na sua página de Internet ora vejam lá se este texto nao é uma preciosididade
O vosso Fidalgo favorito :)
Manifesto

- Não pomos em causa a existência de partidos políticos.

É incontestável que, num regime democrático representativo, é a eles que cabe, de acordo com as perspectivas políticas próprias, propor o conjunto de medidas político-sociais - o seu programa de acção - que entendem ser o melhor caminho para a solução dos mais variados problemas da sociedade em que se inserem.

- Também não discutimos o direito de voto universal.

Caberá à população em geral, por meio do exercício desse direito, nas ocasiões oportunas, a escolha daquele partido político que maior confiança lhe merecer, e por outro, o programa de acção mais adequado à concretização dos seus anseios pessoais e à realização do Bem Nacional. Assim se preencherão os lugares dos diversos órgãos electivos da soberania nacional, entre os quais o Governo.

- Mas, para a Presidência da República, não é assim.

Em princípio, qualquer cidadão, preenchendo certas condições prévias, como a do pleno uso dos seus direitos, poderá candidatar-se à suprema magistratura da Nação. Porém, a realidade impõe claramente que só uma carreira político-partidária, ou o apoio expresso e empenhado dos partidos políticos, permite a um candidato ser eleito. É lícito pois afirmar que há e haverá sempre uma dependência político-partidária, mais ou menos directa, mais ou menos visível, do Presidente da República.

Os monárquicos portugueses revêm-se, porém, num órgão de soberania nacional não electivo, acima e independente de qualquer escolha ou apoio partidários, em quem verdadeiramente esteja representada a Nação, unida naquilo que mais profundamente a caracteriza e que seja garantia, por sucessão, da continuidade da pátria. Essa independência, essa representatividade, essa união e essa garantia estão inquestionavelmente personificadas num rei de um regime monárquico democrático.
Como o tempo para escrever coisas minhas tem sido pouco, vou usando artigos que encontro nos meus passeios pela Internet monárquica. :) Expresso desde já a minha tristeza pela derrota de Segolene Royale em França. Nao é a França quem perde! É a Europa inteira! Vicissitudes das tristes Repúblicas.
Mas voltando ao que interessa aqui esta um artigo de Opinião de um membro da Real Associação de Aveiro. Um óptimo texto para reflectir e começar a abrir os olhos... Já vai sendo tempo.
O vosso cavaleiro (muito ocupado),
Fidalgo

25 de Abril de 1974/b) art. 288º da CRP. Liberdade? Que liberdade?
01/01/1970

Passei a manhã em casa a ver, em directo, as comemorações do 25 de Abril, na Assembleia da República. Em concreto, a ouvir os discursos dos partidos políticos com assento parlamentar.Não variam muito uns dos outros. A palavra "liberdade" foi obviamente a mais utilizada e comum a todos os intervenientes. E, em boa verdade, ano após ano, todos os discursos em memória do 25 de Abril, falam de liberdade.O que nunca os oradores explicam, pois parece que todos o subentendem da mesma maneira, é o conceito de liberdade. Ou, se explicam, será, seguramente, um conceito muito pobre e restrito.
Porque para mim, a liberdade não é o fim da PIDE. Não é o fim da ditadura. Não é a libertação dos presos políticos. Não é poder escrever e publicar.A liberdade é poder pensar, é poder agir, poder associar, poder falar, poder criticar, poder sugerir, e poder discordar. Mas é, sobretudo, poder ESCOLHER.Mas será que, como pretendem, em Portugal existe liberdade autêntica? Ou não será que a redacção da alínea b) do artigo 288º da Constituição da República Portuguesa (limites materiais da revisão), veda aos portugueses uma liberdade tão essencial, como a da possibilidade de escolha do regime político que deva dirigir o País? Se era imenso o fervor democrático na altura, porque não foi redigida a alínea b) do referido artigo como segue: "a forma democrática de governo" em vez de "a forma republicana de governo"?
É incrível como se fala hoje de liberdade em Portugal quando os portugueses não podem escolher. É incrível como todos os deputados à Assembleia da República falam em liberdade quando sabem que não existe nem lutam por ela. É incrível a hipocrisia de levarem um cravo na lapela e não mexerem um dedo para que, de uma vez por todas, se criem as condições que possam permitir aos portugueses escolher o regime político que querem para Portugal.Esta liberdade que foi formulada e moldada pelos deputados constituintes foi, porventura, a liberdade que quiseram para eles, não a liberdade política de todos e para todos.
Os trabalhos da Constituinte foram oportunidade perdida para a institucionalização de uma verdadeira e genuína democracia participativa, onde todos pudessem escolher, e escolher livremente. Mas estamos e estaremos sempre a tempo de fundir uma verdadeira liberdade. Se for vontade de todos. Até hoje vivemos esta limitação tão grande, tão gritante. Que triste democracia inacabada.É tempo de falar verdade.É tempo de, verdadeiramente, deixar escolher.Mário Nevesnascido a 16 de Dezembro de 1974Não me digam que nasci em Liberdade.

Autor: Mário Neves, Presidente da Real Associação de Aveiro

Thursday, May 03, 2007

A França vai a votos no domingo. Segolene Royale e Nicolas Sarkozy disputam o poder presidencial no país da Revolução. É certo que o Fidalgo é um blogue ideologicamente conotado com a causa monárquica, mas as eleições com tão grande importancia nao escapam ao olho deste blogger. Não é a França só que muda, é a Europa.
Não nos podemos esquecer que a França é um player activo na construção da política europeia e um dos mais influentes, logo qualquer decisao com este "grau de importância" merece uma pequena reflexão da nossa parte. Para o Fidalgo Segolene Royale é a escolha mais certa... Os dois projectos apresentados são um pouco idealistas, mas o idealismo de Royale parece mais verosimil do que o de Sarkozy. Caberá aos franceses a decisão...

Monday, April 30, 2007

Da Casa Imperial Brasileira chega um texto que espelha bem a vontade dos brasileiros mudarem de regime... A Monarquia está tão perto, e todos com medo dela. Mas o que de bom nos trouxeram as Repúblicas? Ora pense nisso... Mas nao se assuste se nao tiver respostas! Afinal é você quem pediu uma República! Agora nao se queixe!
O Fidalgo
Extraído integralmente de:
Em 115 anos de Republica, quais foram as vitórias? Vamos aos seguintes pontos, na estabilidade política, até 1988 não tínhamos conseguido isso, tivemos em 110 anos, 9 golpes de estado, 13 ordenamentos constitucionais, 4 assembléias constituintes, 10 republicas, o Congresso, em nome da LIBERDADE, foi FECHADO 6 vezes, inclusive pelo primeiro Presidente, Marechal Deodoro da Fonseca.

Ocorreram censuras nos meios de comunicação inclusive o fechamento de jornais e periódicos.
Na economia, tínhamos uma moeda forte que era o mil reis, desde 1942 tivemos 8 moedas, a inflação média no império, era 1,58% ao ano, desde o fim do império a inflação chegou a 64,9 quatrilhões de %, tivemos 40 presidentes, se estivesse sido mantida a Monarquia os sucessores de Dom Pedro II, teriam sido apenas 3, gerando grande estabilidade tanto política quanto econômica.

Em uma monarquia o Monarca é o símbolo vivo da Nação onde não há espaço para aventureiros, para o "recebendo que se dá", para negociatas, corrupção, nepotismo e onde a ordem prevalece, um monarca é educado desde criança para reinar, e nunca somos pegos de surpresas, por novos governantes.

O nosso Imperador D. Pedro II, sempre se destacou pela diplomacia sendo arbitro em vários países, a nossa marinha era a 2º marinha de guerra do mundo, o Brasil era tido como um país de 1º mundo junto com a Inglaterra, Estados Unidos, França e Alemanha. Por esses e vários motivos que digo, que mudamos sim, da Monarquia para a Anarquia.
Nos tempos do Império do Brasil sob Dom Pedro II, o Brasil tinha uma moeda estável e forte, possuía a Segunda Marinha de Guerra do Mundo, teve os primeiros Correios e Telégrafos da América, foi uma das primeiras Nações a instalar linhas telefônicas e o segundo país do globo a ter selo postal;
O Parlamento do Império ombreava com o da Inglaterra, a diplomacia brasileira era uma das primeiras do mundo, tendo o Imperador sido árbitro em questões da França, Alemanha e Itália e segunda autoridade moral depois do Papa.
Em 67 anos de Império tivemos uma inflação média anual de apenas 1,58%, contra 10% nos primeiros 45 dias da República, 41% em 1890 e 50% em 1891;
A unidade monetária do Império, o mil réis, correspondia a 0.9 (nove décimos) de grama de ouro, equivalente ao dólar e à libra esterlina;

Embora o Orçamento Geral do Império tivesse crescido dez vezes entre 1841 e 1889, a dotação da Casa Imperial se manteve a mesma, isto é 800 contos de réis anuais? E que D, Pedro II destinou ¼ de seu orçamento pessoal em benefício das despesas da guerra do Paraguai;
800 contos d réis significava 67 contos de réis mensais e que os republicanos ao tomarem o poder estabeleceram para o presidente provisório um ordenado de 120 contos de réis por mês;
Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial? A verdade é que esta recebia a metade do ordenado do 1º presidente republicano;

Dom Pedro II se recusou a aceitar a quantia de 5 mil contos de réis, oferecida pelos golpistas republicanos, quando do exílio, mostrando que o dinheiro não lhes pertencia, mas sim ao povo brasileiro (5 mil contos de réis era o equivalente a 4 toneladas e meia de ouro? Quantia que o Imperador recusou deixando ao País um último benefício: o grande exemplo de seu desprendimento. Infelizmente esse exemplo não frutificou na República, como seria necessário);
No Império o salário de um trabalhador sem nenhuma qualificação era de 25 mil réis? O que hoje equivale a 5 salários mínimos;

O Brasil era um exemplo de democracia. Votava no Brasil cerca de 13% da população. Na Inglaterra este percentual era de 7%; na Itália, 2%; em Portugal não ultrapassava os 9%. O percentual mais alto, 18%, foi alcançado pelos Estados Unidos. Na primeira eleição após o golpe militar que implantou a república em nossa terra, apenas 2,2% da população votou. Esta situação pouco mudou até 1930, quando o percentual não ultrapassava a insignificante casa dos 5,6%.
No plebiscito de 1993 a monarquia recebeu, aproximadamente, sete milhões de votos (13% dos votos válidos} e, nesta época uma pesquisa do DATA FOLHA mostrava que 21% da população era monarquista ou simpatizante...

Wednesday, April 25, 2007

O Dia da Liberdade comemora hoje em Portugal os 33 anos de Democracia, que vieram substituir os 48 de Ditadura! Muito foi feito, e isso ninguém pode ignorar, mas há tanto ainda por fazer! 25 de Abril, dizem, marca o início da Liberdade; pois pensemos livremente! E para pensar qui vos deixo uma entrevista curiosa, feita em Setembro de 2006 a D. Duarte Pio, pela revista Just Leader. Leia, pense, e não esqueça... Portugal não é de quem vive em S. Bento; Portugal é nosso!
O Fidalgo
GRANDE ENTREVISTA - D. Duarte Pio

E se Portugal fosse uma monarquia?

D. Duarte estudou agronomia mas se pudesse teria tirado o curso de arquitectura. Defende a monarquia como uma alternativa à corrupção governamental e como um selo dos interesses nacionais… acima de qualquer outra coisa. Se Portugal fosse uma monarquia e ele subisse ao trono garante que a sua missão seria “a defesa permanente dos valores da lusofonia”

Por Alexandra de Almeida Ferreira

Não é todos os dias que se conhece um rei. E não se é rei porque o Parlamento assim decide nem se deixa de o ser porque não vivemos numa monarquia. Nasce-se rei, é-se educado para ser rei e morre-se assim… rei. E se for um bom rei carrega o peso de um país nas costas. Assim o é D. Duarte, duque de Bragança.

Em Portugal, o rei não vive num palácio. As maçanetas da porta não são de ouro, só há duas empregadas - e uma está de férias - e o jardim até está a precisar de um jardineiro. Não há coroa nem manto. Não há corte. Há um homem mais alto do que se espera, mais carismático do que o querem fazer parecer e sobretudo politicamente corajoso.

Estudou agronomia e diz que a economia que importa é a que produz, por isso não liga à OPA na Portugal Telecom nem no BPI. Liga à agricultura. Um rei é assim. Uma pessoa algo desfasada da realidade e talvez até tendenciosa na forma de ver um país. Mas ninguém pede a um rei que seja primeiro-ministro e nos tire da cauda da Europa, que resolva o problema do desemprego e reduza o défice do PIB. Não é para isso que serve.

D. Duarte não é um homem moderno, é um homem tradicional. Tem valores pouco habituais e tem alguma coisa de “E Tudo o Vento Levou” na parte em que Scarlett O’Hara agarra no pó e na terra de Tara e a volta a cultivar. A economia que interessa é a que produz. Este rei já só é uma referência na história de Portugal que já vai longa e que já poucos de nós a sabe de cor e os outros fazem questão de não saber.
Se não fosse rei era arquitecto. Mas não se escolhe ser rei. É-se escolhido. E se Portugal fosse uma monarquia, D. Duarte encabeçava-a e, para quem duvida, o país não ficava mal na fotografia. É ele o líder da monarquia em Portugal, o homem que foi educado para ser o líder de todos nós.

Just Leader (jL) – Afirmou muitas vezes que Portugal não tem raciocínio lógico. Porque diz isso?

D. Duarte (DD) - Portugal tem um modelo cultural errado porque peca pela ausência de raciocínio lógico: as pessoas sabem o que querem e o que não querem, mas depois, quando agem, não agem com lógica. Por exemplo, todos sabemos que Portugal tem um problema de trânsito mas ninguém evita deixar o carro mal parado. Há falta de inteligência lógica. Achamos que o país tem um problema de desemprego e que as indústrias nacionais vão todas à falência mas quando vamos comprar não preferimos os produtos nacionais.

jL - Mas o que é que falta? Orgulho nacional? Uma alma comum?

DD - Há várias coisas que faltam. Sentido patriótico, preocupação com os outros, civismo, entre outras. Mas falta essencialmente raciocínio lógico. Estou a lembrar-me de um caso interessante. Quando foi a inauguração da Exponor em Santa Maria da Feira, eu fui visitar o local e estava lá o mestre de obras a quem perguntei quem tinham sido as fábricas das cadeiras que lá estavam. E ele responde-me: ‘ah! É tudo muito bom! É tudo italiano!’. Ora, eu não percebo! Isto pertence aos industriais do norte do país que são quem fabricam os móveis - os mesmos que estão preocupados com a concorrência estrangeira - e foram comprar 80 mil cadeiras no estrangeiro?!

jL - Porque talvez os nossos produtores não tenham capacidade de resposta em tempo útil e a preços competitivos…

DD - Claro que têm! Não têm dois meses antes, mas se forem avisados com mais antecedência preparam-se e, se uma fábrica sozinha não for capaz, dez juntas têm.

jL - Mas para isso era preciso que existissem clusters industriais em Portugal…

DD - Mas pertencendo a Exponor aos industriais do norte, este era o último caso onde eu esperava ouvir aquela resposta. Mas eu tenho uma suspeita: alguém recebeu uma comissão do fabricante italiano mas não posso confirmar. Mas a explicação que o mestre-de-obras me deu foi que o PSD, na altura em que estava no Governo, queria fazer o congresso do partido ali e tinha muita urgência. Então tiveram que comprar tudo rapidamente e a indústria portuguesa não conseguia dar resposta dentro do prazo. Ora qualquer país normal, seja na América do Sul, do Norte, Europa ou na Ásia, quando uma instituição pública ou um Governo vai fazer um concurso para qualquer coisa, primeiro avisa a indústria nacional, com um ano de antecedência, sobre as condições e, quando o concurso está perto, só a indústria nacional é que está preparada. Há pouco tempo aconteceu o contrário: o Instituto do Vinho do Porto encomendou um milhão de cálices do Vinho do Porto com um desenho novo especial do Siza Vieira. Aquilo estava desenhado de tal forma e exigiam condições técnicas tão específicas que só uma fábrica em França os podiam fazer. As fábricas portuguesas precisavam de uns meses para comprar maquinaria para poder fazer o cálice conforme o desenho. Das duas uma: ou o Siza ou Instituto do Vinho do Porto receberam uma comissão da fábrica em França, ou então estão todos loucos. O símbolo de Portugal – o Vinho do Porto – vai comprar copos no estrangeiro?! Pagos com o dinheiro dos contribuintes! Depois vêm os vidreiros da Marinha Grande fazer manifestações por causa do desemprego quando deviam era insurgir-se contra o Instituto do Vinho do Porto! Para que é que serve uma greve em tempo de crise? Só para enterrar ainda mais a empresa!

jL - Foi assim que interpretou o encerramento da fábrica da General Motors na Azambuja?

DD – Claro. Se começam a fazer o mesmo na Autoeuropa, o fim é o mesmo. Na Azambuja devia ter existido uma negociação melhor conduzida da parte do sindicato dos trabalhadores para se chegar a uma situação onde a General Motors ganhasse dinheiro por se manter cá e não prejuízos. Porque se eles vão fechar a fábrica e mudar-se para Espanha é porque vão ter mais lucros. Aliás esse é o grande problema das empresas portuguesas pertencerem a estrangeiros ou a multinacionais: não há qualquer interesse nacional, só e exclusivamente interesse pelo lucro. Se as empresas forem nacionais há uma preocupação mais social e humana e até política com a sua própria imagem pública. Não é só o lucro. Há fábricas em todo o mundo que aguentam o prejuízo em tempo de crise por razões maiores que o lucro imediato.

jL - Mas para se manter as empresas em mãos nacionais está-se, na maioria dos casos, a sacrificar a dimensão e, logo, a competitividade…

DD - Pois, isso é verdade mas pode resolver-se, em muitos casos, com associações livres entre a indústria portuguesa e a estrangeira e há grupos que o fazem: são complementares mas a propriedade mantém-se em mãos nacionais com um funcionamento em moldes internacionais. Os hotéis portugueses fazem muito isso: associam-se a marcas estrangeiras.

jL - Dentro do tecido empresarial português que empresas lhe despertam a atenção seja por bons ou maus motivos?

DD – Cerca de 70% das empresas portuguesas são de pequena e média dimensão e grande parte delas têm tido grande sucesso a nível internacional. Temos desde um dos melhores fabricantes de violinos do mundo a uma das melhores fábricas de lentes de máquinas fotográficas e equipamentos electrónicos. E há casos extraordinários de sucesso na agricultura. Nas grandes empresas há, evidentemente, os casos mais emblemáticos de sucesso. A mim interessam-me sobretudo as empresas no campo da produção industrial ou agrícola. Não tenho assim grande interesse pelo sector do comércio porque a economia que interessa é a que produz coisas.

A POLÍTICA EM PORTUGAL

jL - Por falar em Presidente da República, como é a sua relação com Cavaco Silva? É a pessoa certa para o lugar?

DD - É muito boa desde há muitos anos. Tenho muita admiração por ele. Haveria outras pessoas indicadas mas eu acho que, pelo seu passado e sobretudo pelo que tem vindo a demonstrar desde que assumiu o cargo, é certamente uma pessoa muitíssimo indicada para aquele lugar. Pelo menos não acredito que ele vá demitir o Governo porque se zanga com o primeiro–ministro. Não acredito que ele vá ter esse tipo de atitude que infelizmente já aconteceu em Portugal.

jL - Isso é uma farpa a Jorge Sampaio? Cavaco é melhor que o seu antecessor?

DD - Eu acho é que as pessoas que temos tido como Presidente da República em Portugal são sempre excelentes, bem intencionadas e bem formadas. O problema está na instituição em si, não nas pessoas. É muito difícil ser-se um Presidente da República que actua como um rei que é aquilo que os portugueses querem. Os portugueses querem um Presidente da República que seja como um rei. Alguém que seja um exemplo, modelo para o país, que se porte bem e que não favoreça o seu partido político, que não ajude os seus pares, que seja próximo das pessoas. Querem uma série de qualidades de um rei. É muito difícil ser-se um Presidente independente.

jL - Essa independência de que fala é a grande vantagem de uma monarquia constitucional?

DD - Pelo menos tem sido uma vantagem para todos os países que a têm com a excepção de uns países exóticos lá no fim do mundo, como o Nepal.

jL - Acha que a monarquia constitucional deveria ser referendada? Qual é que acha que seria o resultado?

DD - Depende da formulação. Se o referendo fosse feito de forma tendenciosa, género "regressar ao regime que tínhamos antes de 1910?”, se fosse uma pergunta assim muito torta como foi a que se fez no referendo do aborto, efectivamente o resultado seria mau…

jL - Como é que faria a pergunta se fosse o D. Duarte a redigi-la?

DD – “Prefere ter como chefe de Estado para Portugal um Presidente da República ou um rei?”. Depois as pessoas iam informar-se sobre o que é um e o que é outro.

jL - E qual é a sua definição de cada um deles além da diferença óbvia de um ser escolhido e o outro não?

DD - O rei também é escolhido de algum modo. Só que é escolhido uma vez na vida quando é aclamado rei pelo Parlamento quando este o aceita. Se o rei fosse muito impopular e tivesse praticado actos graves, o próprio Parlamento pode demiti-lo. O que acontece nessas alturas é que há uma linha de sucessão natural mas o sucessor pode ser chumbado. O que não há é uma disputa pelo poder e pela chefia de Estado. Mas o que se passa é que o povo não escolhe muita coisa nas presidenciais. Escolhe uma das duas pessoas apoiadas pelos dois maiores partidos e normalmente ganha aquele que tiver o melhor brasileiro como relações públicas. Com excepção do que já lá está e pode continuar. Esse ganha sempre porque os portugueses não gostam de mudar.

“VIVI NO EXÍLIO ATÉ AOS SETE ANOS”

jL - Que percepção é que acha que os portugueses têm de si? Distância? Uma aura negra em torno da monarquia porque a vêem como um regresso à Idade Média…?

DD - Não posso saber o que vai na cabeça das pessoas, excepto pelas sondagens que vou vendo. O que eu sei é que quando vou a uma cidade ou vila a convite de uma Câmara ou organização local, normalmente há uma grande quantidade de pessoas que vêm, um grande carinho, toda a gente me trata muitíssimo bem. Tenho aceite uma média de 30 a 40 convites por ano de Câmaras Municipais e organizações e sou sempre bem recebido. As sondagens é que apresentam resultados muito curiosos. Dizem, por exemplo, que 70% acha que devia haver um rei a morar num palácio real mas não querem mudar as instituições actuais porque não sabem muito bem o que mudaria.

jL - E o que é que mudaria? Haveria mais união e identidade portuguesa?

DD - O único termo de comparação que se pode ter hoje em dia para como funcionaria, actualmente, uma monarquia em Portugal não é o nosso passado nem o futuro porque nenhum deste existe. O único termo é o presente e este pode ver-se no resto da Europa e no mundo. E todos acham que, nesses países o rei funciona muito melhor, tem muito mais ligação ao país, participa de uma maneira mais construtiva na vida nacional, não entra em conflito com o Governo, é mais económico. Há muitos presidentes da República hoje em dia que não são muito democráticos: América do Sul, Ásia, África… ainda não há muitos anos eram ditaduras, agora são democracias de disfarce. Há alguns presidentes de hoje que deviam ser presos por negociatas e fraudes. Não há nenhum rei na Europa com esses problemas…

jL - Há um compromisso moral maior com o país?

DD - Exactamente. Há uma experiência, há um ensino, desde crianças que somos mais ou menos preparados para assumir essa responsabilidade.

jL - Como é que é essa preparação? Limitou-o enquanto criança nas suas aspirações?

DD - Vivi no exílio até aos sete anos depois vim para uma república, estudei no Colégio Militar, fiz a tropa, fiz serviço militar na Força Aérea. Fiz uma vida normal como qualquer português. A diferença é que, pela minha educação, fui sempre levado a dar prioridade a tudo o que é o interesse nacional e a pôr os meus interesses e gostos pessoais e particulares em segundo lugar. Isto fez com que nunca tenha enveredado numa vida de empresário a ganhar muito dinheiro ou que tenha escolhido uma profissão que me interessasse muito do ponto de vista intelectual.

jL - Mas se pudesse, o que é que gostava de ter feito?

DD - Eu estudei agronomia mas, na verdade, eu teria gostado de arquitectura. Teria gostado de ter estudado na escola de arquitectura da Universidade Católica mas que, por ultimato da Ordem dos Arquitectos na altura, foi despedido o director e normalizaram-na de acordo com o “pensamento único obrigatório” autorizado em Portugal.

jL - Parece que está a falar do “rendimento mínimo garantido” …

DD - Não, estou a falar mesmo do regime soviético ou taliban, em que é obrigatório pensar de determinada maneira (risos).

E SE FOSSE REI?

jL - Se fosse rei de Portugal quais seriam as suas prioridades para o país?

DD - Basicamente a defesa dos valores permanentes da lusofonia. Ou seja, eu considero que, em primeiro lugar a minha responsabilidade é com Portugal. E há valores permanentes como a cultura, os direitos das minorias, a defesa da natureza e do ambiente que são partes intrínsecas da identidade cultural portuguesa. Por outro lado, a independência nacional. Quantos povos há hoje na Europa que têm identidade cultural mas não têm independência, como é o caso dos bascos…

jL - E como é que se conjuga identidade nacional numa União Europeia que já nem é a 15 mas a 25?

DD - Essa é a grande alternativa que se coloca. Ou a Europa se desenvolve com respeito pela identidade e independência dos povos ou, se pretende fazer uma caldeirada em que todos os peixes sabem ao mesmo e conseguem, é a destruição dos povos da Europa e o nascimento de uma utopia que é a noção de Estados Unidos da Europa em que não acredito e que acho que vai ruir com a revolta desses povos. Ou então seguimos o exemplo dos modelos de uniões de sucesso como é o caso da confederação helvética. Que resulta porque se respeita até hoje as diferenças, as culturas, as línguas, as leis – cada cantão da Suiça tem as suas leis. Os cantões suíços têm muito mais diferenças e liberdades do que têm hoje os Estados da União Europeia.

jL - O chumbo do Tratado da Constituição Europeia foi sintoma dessa fragilidade…

DD - E se os povos europeus fossem realmente livres, estou convencido de que todos o chumbavam, só que alguns foram quase obrigados e intimados a votarem a favor. E foi sintoma não da fragilidade da União Europeia mas das utopias federalistas europeias. Um dos grandes criadores da União Europeia foi o meu tio, Otto de Habsburgo, que foi eurodeputado até aos 90 anos - e é um europeísta entusiástico desde o tempo de Adenhauer - e ele disse-me «felizmente que chumbou o Tratado da Constituição Europeia porque isto é uma traição aos verdadeiros ideais da Europa». A Europa tem de ser no máximo uma confederação de Estados europeus independentes cuja solidariedade tem de ser muito defendida como acontece na Suiça mas com total respeito pelos direitos à diferença. É absurdo igualizar tudo na Europa. No Tratado da Constituição Europeia existia um capítulo de excepções em que Malta impôs nunca ser obrigada a aceitar a legalidade do aborto. Portugal – sempre bem comportadinho – não impôs excepção nenhuma. E Portugal, como Malta, é um país católico com governos ateus e leis anti-cristãs. Onde é que está a democracia?

jL - O presidente Reagan chegou a incentivá-lo a candidatar-se a Presidente da República. É um pró-América?

DD - O Presidente Reagan disse-me isso em Washington, num jantar sobre as relações entre os Estados Unidos e Portugal onde estavam outras personalidades, entre elas Zbigniew Brezinsky, ex-Conselheiro dos Negócios Estrangeiros. Reagan disse-me que as informações que tinha eram que eu tinha condições para ganhar as eleições e que para os Estados Unidos, Portugal sempre tinha sido um aliado importante que esteve presente em todos os momentos de crise ao lado do seu país, por oposição a Espanha, que tomava sempre o outro lado. A aliança com Portugal, disse, era fundamental e uma monarquia em Portugal garantiria a independência de Portugal relativamente a Espanha de uma forma que a República não fazia.

jL - Mas é um pró-América?

DD - Penso que ser aliado de um país e criar uma relação de confiança com a potência dominante do Atlântico – que já foi Inglaterra mas que hoje é os Estados Unidos – é fundamental. A não ser que, a determinada altura, os interesses de Portugal e os Estados Unidos fossem opostos e aí prevaleceriam os de Portugal, o que não é o caso. Neste sentido, acho que não podemos sacrificar esta aliança em prol dos interesses de outros países terceiros que não se assumem como aliados dos Estados Unidos.

in Just Leader – Setembro 2006

Tuesday, April 24, 2007

Desculpem a demora, mas eu juro que tenho tentado actualizar o Fidalgo e não tenho tido tempo. Mas vamos ao que interessa, que assuntos nao nos faltam.
Por Portugal passam-se coisas estranhas, nesta República desgastada. Um Primeiro-Ministro que se dizia Engenheiro, mas que se veio a descobrir ser apenas Tecnico de Engenheria e, ao ritmo que as coisas vão, nem isso, se calhar... Veremos! Um Engenheiro que quer controlar os Meios de Comunicação Social, através dos seus assessores... E que, agora, deu o passo seguinte: colocar um dos seus homens a presidir a um grupo que, coincidencia estranha!, tem um canal de televisão.
Autoridade tem limites. Sr. Primeiro Ministro, controle antes a sua Ministra da Cultura, que bem merecia a "reforma" antecipada (antes que se "reforme" [mal] a Cultura)... Há assuntos que o deviam preocupar mais! E ainda me dizem, algumas vozes, que a República funciona? Estou para descobrir onde! Olhem para os exemplos que temos la fora... Republicanos admitam que o vosso plano fracassou e retrocedam... Ainda vamos a tempo!
E lá fora? O que se passa por terras estrangeiras? Façamos um tour por quatro nações, escolhidas presidencialmente... Uma pequena curiosidade!
1.) França - Nicolas Sarkozy e Segolene Royale estão na segunda volta das Presidenciais francesas, as quais tiveram (na primeira volta) uma votação histórica de (quase) 85% dos eleitores inscritos. Esperamos nós que Segolene Royal vença as sondagens e as eleições. Não pelo simples facto de ser a primeira mulher, em toda a História Francesa, a vencer umas eleições; mas porque é a melhor solução. Sarkozy, para os atentos e cautelosos, aproxima o seu discurso do nosso Grande Português. É só escamotear as palavrinhas do senhor... Franceses acordem!
2.) Somália - Mogadísicio continua a ferro e fogo e os Estados Unidos da América, como não poderia deixar de ser, estão a "patrocinar" parte desta atrocidade. Sejamos sinceros os conflitos africanos, na sua maioria, são culpa do colonialismo europeu, que dividiu povos em Estados diferentes. Não seria mais fácil repor as fronteiras dos Estados anteriores à colonização? Até quando a ganancia vai falar mais alto do que a vida humana? Não chega já, meus senhores?
3.) Iraque - Para não falar da barbarie que se tornou, o primeiro Estado a ter Parlamento em todo o mundo (as voltas que a vida dá!); os Estados Unidos da América (sempre os mesmos) pretendem erguer um muro no Iraque ao qual chamam de "barreira de segurança". Senhores, será que Berlim se deslocalizou? Ou estarão os Estados Unidos da América a especializar-se em muros? O muro de Gaz; o plano do muro do México e agora o muro de Bagdad. Nem quero saber o que se segue... Um muro em Washington, para separar o Congresso do Presidente? Só temos que esperar.
4.) Estados Unidos da América - Inevitável! O país que é "a ama" das democracias e que é o "justiceiro" internacional, continua a provar o seu subdesenvolvimento social, ao permitir que seja mais simples comprar uma arma do que uma cerveja. E onde estava a polícia quando o assassino invadiu a universidade? São precisas tantas horas (e tantas mortes) para o deter? Quando vão perceber os Estados Unidos da América, que o faroeste já cabou. Agora só em filmes!
O vosso cavaleiro das palavras,
Fidalgo

Sunday, March 25, 2007

6º ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO DA ESTA: COMEÇA JÁ NA 2ª FEIRA

Programa: 26, 27, 28 e 29 de MARÇO de 2007

"O PODER DA COMUNICAÇÃO"

Dia 26

10h30 - Abertura Oficial - Actuação da ESTA Tuna

11h00 - Grande Painel de Abertura – O Poder da Comunicação – RTP N,
José Alberto Lemos – Director da RTPNModerador: Sónia Pereira

15h00 – A Comunicação do Séc. XXI
Abordagem Empresarial: Rebranding do jornal Público
Dr. João Porto, Administrador do Grupo Abordagem Jornalística: Público, Visão e Rádio Renascença
Dulce Neto, Editora Público Patrícia Fonseca, jornalista Visão Raquel Abecassis, Directora-Adjunta da Rádio RenascençaModerador: Hélder Antunes e João Lobato

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Dia 27

10h00 - Marketing Estratégico dos líderes mundiais das Comunicações Móveis
Pedro Reis, Director de Marketing da MotorolaModerador: Laetitia Fernandes

11h00 – Gestão de marcas e Patrocínios
Convidado por confirmar. Moderador: Cátia Pereira

12h00 - Os novos desafios do jornalismo tradicional
Paulo Rêgo, Sub-Director da Agência Lusa Paulo Martins, Editor do Jornal de Notícias Moderador: Rita Pimentel e Inês Santos

Almoço

15h00 - As marcas desportivas
Ana Dora Fidalgo, Directora de Relações Públicas do Sport Algés e Dafundo e Gestora de Imagem do judoca Nuno Delgado, Moderador: Laetitia Fernandes

16h00 - O Jornalismo Desportivo na construção da Imagem dos Clubes e Atletas
Mário Fernando, Coordenador do Desporto da TSF António Magalhães, Director-Adjunto do Record Moderador: Tiago Godinho e Bruno Ramalho

17h00 – Empreendedorismo em Portugal
Francisco Banha, Presidente da GesBanhaModerador: Catarina Lopes

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Dia 28

10h00 – Apresentação de trabalhos realizados pelos alunos
Swatch Sorriso Hotel Golden Resort Jornais GratuitosAlmoço

15h00 – A Comunicação na Saúde
Jorge Azevedo, Director-Geral da Media HealthModerador: Fátima Santos

18h00 - Semanários portugueses: Concorrência ou Diferenciação
José António Saraiva, Director do SolModerador: Lia Gomes

21h30 – Gala - COMIC AWARDS – O espectáculo da Comunicação (bilhetes à venda na Escola Superior de Tecnologia de Abrantes e, no dia da Gala, no Cine Teatro de S. Pedro)

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Dia 29

11h00 – O poder da informação económica em Portugal
Celso Filipe, Editor do Jornal de Negócios Sílvia Oliveira, Redactora Principal do Diário Económico Luís Villalobos, Editor do Público Moderadores: Jefferson Gomes e Sandra Fernandes

Almoço

15h00 - O novo conceito de Comunicação dos espaços comerciais
Rui Pereira, Director de Marketing e Publicidade da FNAC Moderador: Patrícia Domingues

18h00 – Encerramento e Porto de Honra

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WORKSHOPS

Dia 26 de Março

14h30 - Como estruturar uma apresentação/Como apresentar um trabalho em público: Dr Francisco Mendes (Dynargie)
15h30 - Construção e Inquéritos e análise de dados: Drª Isabel Pitacas
17h00 - Competências de empregabilidade e técnicas de procura de emprego: Drª Renata Almeida (UNIVA)

Dia 27 de Março

14h30 - Tradução e Adaptação de Conteúdos na área das tecnologias: Eng. João Ruivo (HCR - Informática e Traduções Lda)
16h30 - Prática e Linguagem Empresarial: Dr Sílvio Batista (Avanço Publicidade)

Dia 28 de Março

14h30 - Como gerir uma carreira: Dr Rui Magno (Associação Empresarial de Portugal)

16h30 - Protocolo e Organização de Eventos: Drª Susana Casanova (Associação Portuguesa de Estudos de Protocolo)

Dia 29 de Março

16h00 - Estudos e Comportamentos do Consumidor: Dr Costa Pereira e Dr Jorge Verissimo
15h30 - Prática e Linguagem Empresarial: Dr Sílvio Batista (Avanço Publicidade)
Desfrutem da 06 Semana da Comunicação. Decorrerá em paralelo a I Feira do Empreendorismo e a I Gala Comic Awards. Ninguém vai querer perder esta mega-semana, que os alunos de Comunicação Social da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (Instituto Politécnico de Tomar) trazem até si.
A Comissão Organizadora,
Tiago Lopes

Monday, March 19, 2007

Aqui está uma que eu nao esperava, desta triste República. Mudar o nome do ALGARVE para ALLGARVE é no minimo absurdo... Fiquei quase sem palavras, mas com a ajuda da minha amiga Mariana Luz consegui arranjar as minhas ideias. Aqui fica o Manifesto de Feorn, escrito a 1 de Feorn (mês do calendário lunar druida).
O Manifesto de Feorn irá ser publicado no jornal regional "Primeira Linha"
MANIFESTO DE FEORN

O Património está em sufoco. Agoniza, como um condenado no corredor da morte, esperando que a electricidade volte para que a cadeira funcione. O Património agoniza, esperando segundo a segundo a descarga final, que lhe alivie o sofrimento. Ensanguentado pelos golpes que sofreu ano após ano; tem lambido em esforço as suas feridas, mas há golpes irrecuperáveis.

O Património pede a eutanásia. Destruam-no já, não o obriguem a assistir ao seu desmembramento. Não é a venda de órgãos ilegal? O Património não peregrina, porque ele e peregrinação; não viaja, porque ele é viagem; não se queixa, porque ele é linguagem. Mas eu não sou património… Eu queixo-me em histeria!

NÃO! Não aceito que se venda ao desbarato, o que mais de 800 anos de suor, sangue e lágrimas, muitas lágrimas, ajudaram a tornar português!

NÃO! Não aceito que se destruam nomes, em prol de cifrões de estrangeira terra. O que vamos fazer se os Iraquianos gostarem de Amarante? E se os romenos se apaixonarem pelo turismo na Serra de Sintra? Vamos deixar a Rússia fazer uma OPA à nossa linda Guimarães?

NÃO! Não me resigno, aplaudindo em vazio uma idiotice! Porque, senhores, senhoras e demais pessoas, é disso que estamos a tratar. Parvoíces! Por acaso Lloret del Mar mudou o nome, apesar da afluência portuguesa? Não me parece… Porque temos que ser pioneiro em tudo o que é estupidez? Porque temos que mostrar sempre o lado patético de viver na Europa?

NÃO! Não calo meu protesto. Digam que é insanidade, que de nada valerá escrever, porque a decisão seguirá em frente, que a condenação do Património é inadiável, que eu fingirei temporária surdez. Eu não entrego a minha alma patrimonial a um qualquer negócio infernal…
NÃO!
NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! Não é tão belo o número sete, porque queremos o oito quando o sete é a nossa herança? Inovação sempre; furacão nunca. Queremos ser modernos, pois sejamos… Mas não criemos o apocalipse patrimonial, por um interesse (supostamente nacional!)…

NÃO!

Tiago Lopes e Mariana Luz

Wednesday, March 14, 2007

Afinal o que é um pagão? O Fidalgo tenta ajudá-lo a responder a esta questão, numa época em que se diz que o Paganismo está a ressurgir. Leia com atenção e pense por si...
Do latim "paganus": Literalmente, "homem do campo", "camponês" ou "aldeão".

Paganismo é uma forma de vida e é uma religião que tem as suas raízes na pureza da infinita variedade da Natureza, venerando a Divindade Feminina e o seu sagrado Masculino em todos seus aspectos. Um ser humano não se concebe só por um ser, é preciso o lado feminino e o masculino para a criação, ninguém nasce do nada, por isso quem nasce com o sentido Pagão nasce amando naturalmente a Deusa e o Deus seu consorte.
Os Pagãos respeitam todas as pessoas e todas as formas de vida como parte de um Todo sagrado. Cada mulher e cada homem é para um Pagão, um lindo e único ser. As crianças são amadas e honradas. Os bosques, as florestas e as clareiras são o lar dos animais selvagens e das aves, que são tratadas com respeito e carinho.
O Paganismo acentua a experiência religiosa pessoal. Nós procuramos a união espiritual com a Divindade através da harmonização com as correntes da Natureza e pela exploração do nosso próprio interior. Os nossos Ritos ajudam-nos a harmonizar com os ciclos naturais das mudanças das estações e a compreende-los, por isso ocorrem nos Equinócios, Solstícios e nos Pináculos, e nas fases da Lua e do Sol.
Podem-se encontrar uma grande variedade de Tradições dentro do nosso largo espectro e isto reflecte a variedade da nossa experiência espiritual. Todo o Pagão é Politeísta por natureza; alguns veneram Deuses e Deusas, enquanto que outros concentram-se numa Força Vital, e outros ainda são devotos de um casal cósmico – Deusa e Deus.
Nós celebramos nossas Divindades, e acreditamos que cada pessoa deve encontrar o seu lar espiritual de acordo com os ditames da tranquila voz interior da sua própria alma. Também por esta razão nós respeitamos todas as religiões sinceras, e não profetizamos nem procuramos convertidos.
Das outras fés, e da sociedade em geral, nós só pedimos tolerância.

Princípios sagrados do Paganismo:
1. Faz o que quiseres, mas não prejudiques a ninguém.
2. Respeito e reverência pela Natureza
3. Reconhecimento de um Deus e de uma Deusa

Wednesday, March 07, 2007








Aqui ficam mais umas fotos do V Olé Tunas, que se viveu na Terceira (Açores). Já temos saudades... Guias estao no meu coração!

O Fidalgo vai dando novas...

Monday, March 05, 2007



A primeira foto a ser publicada no Fidalgo, do V Olé Tunas onde a ESTATUNA marcou presença. A Fátima (rapariga da esquerda) ganhou, em conjunto com o Geraldes o prémio de Melhor Estandarte. Foram 4 dias de muita animação e de muita folia.

Estas são as primeiras fotos, mas mais irão surgir nos próximos dias. É só ficarem atentos. TUNA oooollllllllllééééééé!!!!!!

Saturday, February 24, 2007



Uma das figuras mais marcantes da história do Ocultismo Internacional, Aleister Crowley visita o Fidalgo esta semana. Detentor de uma personalidade misteriosa, Aleister Crowley deixa um legado impressionante, estando na origem da maioria dos actuais movimentos ocultistas e tendo inclusive fundado uma religião: a Thelema.

Mas o que se sabe de Aleister Crowley?

Nascido a 12 de Outubro de 1875 em Leamington Spa, Warwickshire, Inglaterra, seria-lhe dado o nome de Edward Alexandre Crowley. Toda a sua infância foi marcada pelo rigor e ascetismo cristão do pai, que com seis anos o obrigava a frequentar a seita Cristã a que pertencia. Mas a morte do seu pai, em 1886, não melhorou as coisas. Entregue as cuidados cruéis do seu tio, viveu aquilo, que anos mais tarde chamou de, "Infancia do Diabo".

Adorava desportos, especialmente o Alpinismo e o Desporto. Foi em Cambridge que descobriu a sua paixão pelo ocultismo e que começou a subir degraus dentro de uma Ordem ocultista a Golden Dawn. Mais tarde fundaria a sua prórpia ordem, em resposta a atritos com membros da Golden Dawn que resultaram, contam as lendas, em fantasticos duelos de demónios.

Mas foi no Egpito que recebeu a sua maior herança: De acordo com os relatos de Crowley, enquanto estavam no Cairo, após uma série de Rituais e Invocações, um ser, identificando-se como Aiwass, transmite a Crowley, nos dias 8, 9 e 10 de Abril, o Liber Al vel Legis ou, como passaria a ser conhecido, O Livro da Lei. Àqueles que conhecem todo esse processo, é significativo saber que esse Livro foi o primeiro escrito de Crowley, de cunho místico & mágico.

Com este livro fundaria a Thelema e entraria para o panteão do ocultismo, com o nome, entre tantos outros de "A Besta". Um homem fascinante que privou com Fernando Pessoa, que após um encontro com Crowley tornou a sua poesia mais simbolista. Muitas das actuais ordens ocultistas sao herdeiras da Thelema! Um homem faabuloso.

O Fidalgo presta-lhe homenagem.

Wednesday, February 21, 2007

ÚLTIMA HORA!!!! Dia 22 de Fevereiro o Dr. José Soudo não irá dar aula de Fotojornalismo, à turma do 3º ano de Comunicação Social da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, das 18h30 ás 22h.

Não esqueçam o desafio que nos foi lançado em Atelier de Comunicação I, de melhorar o ESTA Jornal. Vamos fazer destas duas edições, números inesqueciveis do ESTA Jornal. Vamos deixar a nossa marca num jornal que é de todos. Mostremos a todos que somos uma turma criativa e sem medo de inovar.

Meninas em Erasmus beijocas de toda a turma. Muita sorte e bom trabalho, boas festas...

O Representante de turma,
Tiago Lopes

Tuesday, February 20, 2007


Oi! Amanhã começa o segundo semestre. O trabalho vai dobrar... Temos que ser mais exigentes, até porque a maioria de nós quer ficar Bacharel este ano. Uma novidade: o nosso curso, adaptado às exigencias de Bolonha, já foi aprovado pelo Mistério do Ensino Superior. Os regimes de transição estão a ser preparados, assim que eu tiver novidades eu aviso.


Das nossas amigas em Erasmus já tenho novas! A Adriana e a Ines estao cheias de trabalho, por isso nao pensem que estar em Eramus é só curtir... Dá imenso trabalho. A Madalena adora a cidade e as aulas estao para começar...
Amanhã trago novidades,
Tiago Lopes

Monday, February 19, 2007

Oi! Finalmente o Fidalgo está de regresso. Têm sido meses muito agitados, mas eu não me esqueci de ninguém... Como o blogue do 3º ano de Comunicação Social da Escola Superior de Tenologia de Abrantes está fora de circulação, até ser actualizado, eu decidi dar-lhes uma maozinha...

Aqui vai o vosso horário:

Segunda feira:

Manhã livre

14h30 / 16h30 - Atelier de Comunicação I; Sala 3; Dr.ª Sandra Barata
17h00/ 19h00 - Tecnologias da Comunicação II; Atelier de Imprensa; dr. João Pereira

Terça-feira:

9h30 / 11h00 - Relações Internacionais; Sala 3; Dr.ª Fátima Pedro
11h00 / 13h00 - Tecnologias da Comunicação II; Atelier de Imprensa; Dr.ª Raquel Botelho

13h00 / 14h30 - Almoço

14h30 / 16h30 - História das Instituições; Auditório; Dr. Manuel Monteiro
16h30 / 19h30 - Direito da Comunicação Social; Auditório; Dr. Jorge Ferreira

Quarta-feira:

11h00 / 13h00 - Psicossociologia da Comunicação; Auditório; Dr. José Jana

13h00 / 14h30 - Almoço

14h30 / 16h30 - Atelier de Comunicação I; Atelier de Imprensa; Dr.ª Hália Santos

Quinta-feira:

Manhã livre

14h30 / 16h30 - História Diplomática Portuguesa; Sala 3; Dr. Fernando Larcher
17h00 / 18h30 - Relações Internacionais; Auditório; Dr.ª Inês Câmara
18h30 / 20h00 - Fotojornalismo; Atelier de Imprensa; Dr. José Soudo

20h00 / 20h30 - Jantar

20h30 / 22h00 - Fotojornalismo; Atelier de Imprensa; Dr. José Soudo

Sexta-feira:

10h00 / 13h00 - Seminários; Auditório; Dr.ª Raquel Botelho

13h00 / 14h30 - Almoço

14h30/ 16h30 - Atelier de Comunicação I; Atelier de Imprensa; Dr.ª Hália Santos

Aqui está o vosso horário. Um abraço e beijinhos do vosso amigo,
Fidalgo