Wednesday, June 28, 2006

Olá! Eu não desapareci... Não mudei de casa... Nao mudei de planeta... Não emigrei... Apenas estive ausente uns tempinhos, mas gaora voltei. O Fidalgo está de volta, ao seu cantinho da blogosfera, pronto a continuar o seu debate de ideias... Os meus amigos republicanos não se vão arrepender!

O tema de hoje é a decisão de dissoulção da Assembleia da República, por vontade Presidencial!

A dissolução da AR por vontade presidencial é uma "arma", que visa garantir o bom funcionamento dos orgãos democráticos. É uma das vertentes do trialismo dos poderes, que se efectua em Portugal. O Presidente da República nomeia o Primeiro-Ministro e o restante governo. O Primeiro-Ministro e restantes ministros dirigiem a política nacional, vigiados pela Assembleia da República. A Assembleia da República pode ser dissolvida, se a sua actuação for contra o bom fundionamento da democracia nacional.

Mas o que é esta dissolução? Donde surge?... Pois meus amigos republicanos, a dissolução da AR é um poder que vem dos Monarcas constitucionais. É um poder de controlo régio, para assegurar que a AR prossegue o bem da Nação e não os sesu interesses privados. A dissolução da AR é uma marca dos Presidentes, mas é uam herança dos Reis! Até os poderes constitucionais a República imitou à Monnarquia... O que é que haverá mais?

Eu vou revelando...

É so esperar!

De regresso a vocês,

o Fidalgo

O Fidalgo

Friday, June 09, 2006

O Fidalgo conheceu, esta semana, uma jovem talentosa. Mariana Luz, de nome, é uma poetisa em inicio de carreira... Aqui fica um poema desta jovem, que retalha a sua existência com a faca da criatividade:

O meu corpo não conheces,
A minha pele ignoras,
A minha boca não esqueces,
Os meus olhos adoras…

Nasci de rasgão,
Num verso alucinado.
Canto com uma voz Lusitana
Sem tristeza o meu Fado.

Estou onde ninguém esteve.
Porque eu estive onde ninguém vive.
Sou estrela brilhante,
De um dia de eclipse.

Sou fruto de uma árvore sem semente,
Sou lágrima de um rosto que não viste,
Sou gota de um rio que não tem nascente,
Sou brisa de uma aldeia sem vento.
Um aperto de mão!
Um sorriso!
Um devaneio!
Uma loucura!
Um anseio!
Sou um espelho estilhaçado,
Onde o reflexo do Sol,
É brilho de Lua.

30 de Abril de 2006

Espero pela vossa opinião... Até já!

O Fidalgo

Friday, June 02, 2006

A ESTATUNA voltou a ganhar prémios... Desta feita arrebatou no IV FITUMIS (Festival da responsabilidade da Instituna) o Prémio de Melhor Estandarte e o Prémio de 3ª Melhor Tuna.

Extra concurso a ESTATUNA empatou no prémio de Tuna Mais Bebedora, que no desempate (do domingo) perdeu para Tuna Américas de Porto Rico, uma das melhores tunas do mundo. Quem quiser saber mais, pode sempre concultar o site do Portugal Tunas.

O Fidalgo sabe que a ESTATUNA quer entrar em força no próximo ano e prepara com afinco a nova temporada. Deixo aqui o meu apoio a todos os membros da ESTATUNA. A nobreza do vosso espírito é incomparável... Sejam felizes!

Vão estando atentos...

Asd novidades não param...

O Fidalgo volta...

O Fidalgo

O Fidalgo anda desaparecido, mas não anda esquecido.

No último dia recebi um presente especial. Uma colecção de Leis de 1836, do tempo de D Maria I. Um luxo. Mas não é disso que escrevo hoje.

Vou tentar explicar, aos meus amigos republicanos, mais uma razão para a Monarquia retornar a Portugal.

Num mundo globalizado, inseridos numa Uniao Europeia que procura ganhar os seus símbolos (a bandeira estrelada impos-se, mas o hino foi um fiasco público), cabe às famílias reais preservar a Cultura do seu país. Diga-se de passagem que esta tarefa nunca poderá ser realizada por Ministérios, que de ano para ano vão ficando sem Orçamento. É aos Monarcas, herdeiros de um país com História feito de estórias, que se obriga o papel de preservarem as tradições sócio-histórico-culturais. Bastiões do passado, que se reflecte num presente, a pensar no futuro.

Eu vou voltar, em breve, para continuar a abrir os olhos aos meus amigos republicanos. Até lá, as minhas saudações...

O Fidalgo